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REFLITA

"A educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo".
Nelson Mandela



sexta-feira, 14 de outubro de 2011

"DEDO DE PROSA" NA SEMANA DO EDUCADOR


Na semana do Educador, o Conhecer Educação e Cultura, 
promoveu uma capacitação para suas profissionais 
com o estudante de Psicologia da UFJF, Thiago do Vale 
e a Supervisora da rede Municipal de Educação,Vera Lúcia do Vale. 
Neste encontro ocorrido no dia 10 de outubro de 2011, 
tivemos a oportunidade de debater sobre algumas linhas pedagógicas, 
como Piaget e Vygotsky e as mudanças 
e transformações ocorridas na sociedade 
e no modo como entendemos a infância. 
O tema escolhido foi tão interessante 
que continuaremos este trabalho em um próximo encontro.

ENCONTRO COM PROFESSOR JOSÉ PACHECO EM UBÁ-MG


O nosso grande amigo e orientador, Professor José Pacheco, esteve na cidade de Ubá, MG, no dia 18 de agosto de 2011, para um encontro promovido pela Secretaria Municipal de Educação. 
 Cerca de seiscentos Educadores foram ao CAIC 
para conhecer o trabalho inovador do Professor José Pacheco, 
fundador da Escola da Ponte, de Portugal. 
É uma escola que existe desde 1976 e hoje
é referência mundial em Educação de qualidade.
Logo de início o professor José Pacheco 
disse que não estava ali para fazer palestra e falar de teorias prontas. 
Colocou-se à disposição dos Educadores
para responder perguntas, pois, dessa forma, 
teria condições de atender ao interesse dos presentes.
Nós, da Equipe do Conhecer Educação e Cultura,
fomos muito bem representados 
pela diretora Aparecida das Graças Barbosa Nunes
as Educadoras Cláudia Aparecida Duque de Carvalho
e Francielle Resende Couto,  
a psicóloga Giselle Barbosa Nunes
e o representanrte da UEMG, José Luiz Paixão.

RODA DE CONVERSA COM MARCUS DE MÁRIO

 No dia 04 de março de 2011, a equipe do Conhecer Educação e Cultura teve a honra de receber o renomado diretor e educador do IBEM (Instituto Brsileiro de Educação Moral), Marcus de Mário, para uma roda de conversa onde debatemos assuntos como: os valores morais e éticos na sala de aula e a transformação da infância ao longo dos anos.

Texto de Marcus de Mário:

Se as Letras Bastassem

 
             Se as letras bastassem, não veríamos as principais nações alfabetizadas patrocinando o ódio e a destruição através das guerras.
            Se as letras bastassem, não teríamos as religiões detidas no culto externo e nem a ciência muitas vezes em corrida desenfreada para descobrir novas armas, entregue a inteligências sem senso moral.
            Se as letras bastassem, os índices de suicídio, cada vez mais alarmantes, identificando grave desequilíbrio moral do indivíduo, não estariam alastrando-se entre as classes sociais privilegiadas pela cultura.
            Se as letras bastassem, não estaríamos, na atualidade, frente à crescente indústria do aborto nos lares que a instrução e o conforto se fazem presentes, e ainda com a concordância de muitas autoridades.
            Se as letras bastassem…
            Na verdade, não basta ensinar 
apenas dando o aprendizado do fazer.
            Que importa saber fazer se esse saber é egoísta e não promove o bem para todos?
            As nações podem se enriquecer, entretanto, se o povo ignora como utilizar melhor essa riqueza para se engrandecer na legítima fraternidade que deve reger a vida, o orgulho de que tanto se vangloria levará esse mesmo povo ao desequilíbrio social, à miséria e ao desrespeito dos direitos dos outros, gerando desespero.
            Podemos desfilar na vida ostentando diplomas e títulos, nas mais variadas profissões, mas, nenhum currículo pode representar o caráter individual, e se esse caráter é corrompido, sem base em valores morais profundos e elevados, encontraremos com o tempo a própria ruína, e as vantagens particulares adquiridas se perderão.
            A escola que ilustra o conhecimento, estimula o raciocínio, é importante, entretanto, se faz incompleta por não fornecer a orientação moral e a sensibilização dos sentimentos.
            Não basta conhecer. É preciso compreender.
            Se as letras bastassem, os alfabetizados do mundo há muito tempo teriam implantado na Terra todos os valores de felicidade que tanto desejamos e procuramos.
            Se as letras bastassem, não teríamos tantos problemas sociais e morais na família, na sociedade e nas salas de aula da escola.